"Pronto para despertar
Perto mesmo de explodir
Parto para não voltar
Pranto para estancar
Tanto para acordar
Tonto de tanto te ver..."
Larara, lará, lará...
É incrível, a gente está sempre cantarolando algo!!
Foi assim na primeira, segunda, terceira...
E não poderia ser diferente na nossa primeira, primeira vez lá!!
A música por nossa conta, sorrisos também e o caminho...
Ahhhh... esse nos surpreendeu!!
Naquela encruzilhada, em meio a escuridão:
Luz de velas!! Bebida, pipoca, farofa??!!
"Chuta que é macumba!!"
Gritou ele...
"Qual é Xuxu??
Pára o carro, vamos nos servir... "
Retrucou ela!!
Risadas, boooooas e demoradas risadas!!
Aquele falso medo,
Na realidade, só encobria a ansiedade pelos próximos momentos juntos.
E que momentos!!
Foi bom, foi divertido, foi tipo você e eu!!
A gente sempre se diverte, é inevitável.
Bebida barata... Não, não pega do frigobar!!
Busca a que trouxemos de casa...
Agora, sorrisos ainda mais fáceis!!
A trilha sonora ainda é a gente quem faz...
Diria que aquele "trabalho" no "meio da estrada" foi providencial!!
Providencial para a nossa história que poderia terminar naquela noite...
Sim, um "Gran Finale", não seria??!!
Talvez, mas tinha mais...
"Eduardo e Mônica eram nada parecidos,
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis"
Vamos pra casa?? Boa noite Xuxu...
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domingo, 25 de novembro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
O temido adeus...
E agora me despeço,
Embora, de certo, com aperto no peito.
Diria sem jeito, coisa de quem ainda deseja...
E no meio do lixo, consegue enxergar encanto
Tá tudo morto, mas vive a poesia.
Enquanto eu ali...
Me encontro morta, estraçalhada, em cacos, farelos, farrapos!!
Mas o querer ainda canta,
E a razão que grita alto,
Não dissipa a lembrança...
Do que foi e que já se foi...
E nesta despedida, que agora concreta
Não se vê mais lágrimas do eu que parte,
Mas as migalhas da indiferença,
Que transparece em minha face!!
Embora, de certo, com aperto no peito.
Diria sem jeito, coisa de quem ainda deseja...
E no meio do lixo, consegue enxergar encanto
Tá tudo morto, mas vive a poesia.
Enquanto eu ali...
Me encontro morta, estraçalhada, em cacos, farelos, farrapos!!
Mas o querer ainda canta,
E a razão que grita alto,
Não dissipa a lembrança...
Do que foi e que já se foi...
E nesta despedida, que agora concreta
Não se vê mais lágrimas do eu que parte,
Mas as migalhas da indiferença,
Que transparece em minha face!!
domingo, 22 de janeiro de 2012
Seja do bem...
Há tempos, tenho me sentido um saco de pancadas
São empurrões, chutes, porradas, puxões de cabelo vindo de todos os lados...
Mas tô por aqui...
Viva, e pasmem!! Sem nenhum arranhão...
Algumas cicatrizes, manchas roxas pelo corpo...
Mas arranhão de fato, ferida aberta, nenhuma...
Estou aqui!!
Se eu tenho aprendido algo com isso??
Acho que não...
Talvez assimilo uma coisa ou outra...
Porém não adianta, não vou me render ao "lado negro da força"... Hahaha
"I've got my indignation, but I'm pure in all my thoughts. I'm alive" - "Eu tenho a minha indignação, mas sou puro em todos os meus pensamentos. Estou VIVO!!"
É isso gente, seja do bem, não importa a recíproca...
Não permita que a forma como "o mundo" te trata influencie tua paz de espírito, porque o que realmente importa (e que faz diferença), é a forma como VOCÊ lida com o mundo.
Seja o Sr da tua paz, não se permita depender dos outros para alcançá-la!!
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Não recomendo...
Se minha vida fosse uma biblioteca, eu não jogaria no lixo o livro que se referisse a você... JAMAIS!!
Se minha vida fosse uma biblioteca, te conservaria na prateleira das inutilidades,
imbecilidades, idiotices... E lá teria um letreiro bem grande: "NÃO RELEIA, NÃO
VENDA, NÃO RECOMENDE, NÃO DÊ, NÃO EMPRESTE e... NÃO JOGUE FORA!! Não
corra o risco de ler novamente o mesmo título por puro descuido..."
E sabe o que eu acho??
Com tantos livros realmente interessantes, não dá pra perder meu tempo lendo
porcarias!!
sábado, 3 de dezembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Alienação
Que cada pedaço de céu;
Cada estrela cadente;
Que a luz dos teus olhos;
Que nada disso faça sentido...
E que eu olhe um pouco pra outro lugar
Longe daquele que nunca foi realmente nosso
É difícil acreditar que os nossos sonhos
De sonhos nunca passaram.
Que eu veja o sol da manhã
E que meu sorriso não dependa do seu
Pois isso tem muito mais a ver com a forma que eu me sinto
Não com você
E que a sua indiferença
Não me faça nenhuma diferença...
Pois os seus olhos...
Eles se fecharam pra mim,
Como o seu coração,
De um dia para o outro
Como entra um vulcão em erupção
Sem nenhum aviso prévio
Você virou as costas e bateu a porta atrás de si.
Simplesmente tudo se desconcertou
Ou somente as coisas se encaixaram em seu lugar
E reassumimos nossos postos de alienígenas para o outro
Cada qual em seu planeta
E agora, só pra me curar, eu imploro
Que a tua mente perturbada
Não me traga mais nenhuma confusão
Eu só quis nos fazer bem...
Mas eu não entendo...
É, e isso não tem nada a ver com você
É só como eu me sinto...
E não, isso não diz mais respeito a você...
Cada estrela cadente;
Que a luz dos teus olhos;
Que nada disso faça sentido...
E que eu olhe um pouco pra outro lugar
Longe daquele que nunca foi realmente nosso
É difícil acreditar que os nossos sonhos
De sonhos nunca passaram.
Que eu veja o sol da manhã
E que meu sorriso não dependa do seu
Pois isso tem muito mais a ver com a forma que eu me sinto
Não com você
E que a sua indiferença
Não me faça nenhuma diferença...Pois os seus olhos...
Eles se fecharam pra mim,
Como o seu coração,
De um dia para o outro
Como entra um vulcão em erupção
Sem nenhum aviso prévio
Você virou as costas e bateu a porta atrás de si.
Simplesmente tudo se desconcertou
Ou somente as coisas se encaixaram em seu lugar
E reassumimos nossos postos de alienígenas para o outro
Cada qual em seu planeta
E agora, só pra me curar, eu imploro
Que a tua mente perturbada
Não me traga mais nenhuma confusão
Eu só quis nos fazer bem...
Mas eu não entendo...
É, e isso não tem nada a ver com você
É só como eu me sinto...
E não, isso não diz mais respeito a você...
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Não sei...
Eu não quero escrever...
Não quero preencher páginas e páginas com camuflagem de sentimentos ...
Eu que não quero que essa seja novamente a última vez.
Eu quero que você deixe de ser meu,
Eu quero ao menos pensar em não ser tua.
Eu não quero publicar isso daqui...
Bem...
O não querer, o querer...
Um é a simples negação do outro.
E eu não sei mais o que quero,
Sim, eu sei bem...
Não quero preencher páginas e páginas com camuflagem de sentimentos ...
Eu que não quero que essa seja novamente a última vez.
Eu quero que você deixe de ser meu,
Eu quero ao menos pensar em não ser tua.
Eu não quero publicar isso daqui...
Bem...
O não querer, o querer...
Um é a simples negação do outro.
E eu não sei mais o que quero,
Sim, eu sei bem...
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